curadora de possibilidades

Érica
Santi

Expressão Conexão Facilitação

Vejo o fio que conecta o que parece disperso — e ajudo a fazer algo com ele.

Na prática: experiências de aprendizagem que têm a sua cara, encontros em que pertencimento não é acidente, e o processo de descobrir o que é só seu.

01 Sobre
quem
me procura

Existe um tipo de pessoa que me procura com frequência.

Ela tem múltiplos interesses, uma curiosidade que não para e um "preciso entender isso" que acorda antes dela. Sabe muito — de campos que parecem não ter nada a ver. Mas está tentando ser mais focada. Mira numa coisa, joga o resto fora. Aí vem mais um interesse brilhar e ela larga essa pelo caminho também. Bate a culpa, bate a sensação de que falta algo, bate aquela estagnação. O que ela ainda não percebe: é exatamente o elo entre esse repertório todo que dá o seu temperinho todo especial.

Eu reconheço essa pessoa porque fui ela. Passei um bom tempo tentando me compartimentalizar — deixando de fora partes que são, na prática, o que faz meu trabalho funcionar. Aprendi na marra que fragmentar não é focar. É perder o que é só seu.

Em quase duas décadas projetando experiências de aprendizagem e encontros — o ericasanti.com é meu terceiro negócio educacional — aprendi também que uma boa experiência precisa funcionar para quem aprende, ser sustentável para quem ensina e fazer sentido como negócio. Pra aquela pessoa, com aquela realidade. Não por tabela.

02 Formação

Minha formação acadêmica desemboca nas Neurociências Aplicadas à Aprendizagem, mas antes começa na Gestão de Negócios da Moda e passa pela Sociopsicologia — o eu, o todo e o que precisa ser viável no mundo real, num só olhar. Fora uma porção de formações continuadas que, a essa altura, parei de tentar listar.

Presença, conexão e olhar

03
Presença & Conexão

Sou ambivert — bateria social de iPhone velho, preciso de silêncio na mesma medida em que preciso de gente. Com o tempo, percebi que presença de qualidade vale mais do que presença constante. Reconheço esse mesmo traço em quem me procura: adoram gente e querem conexão real, mas não a qualquer custo. Essa percepção me fez querer entender, a fundo, como conexão realmente acontece. A resposta que fui encontrando é que ela não é sorte nem magia. Mesmo sendo alguém que confia bastante no destino, descobri que esperar a mágica aparecer não é estratégia. pertencimento é construção — deliberada, aprendível, repetível. É esse entendimento que está no centro do Design de Conexões.

Olhar

Tenho um olhar de quem não consegue só ver — precisa entender o porquê de tudo. Ou pelo menos as novas perguntas que nos ampliam possibilidades.

Se você se reconheceu aqui — no que cria, no que reúne, ou em quem é — o próximo passo é por aqui.

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